
Ontem saiu uma reportagem no Caderno Link do Estadão sobre os MMOGs (Massively multiplayer online game).
Neles, os jogadores criam mundos virtuais completos, podem criar pessoas (inclusive versões virtuais de si mesmo), criaturas esquisitas, ferramentas, veículos, e edifícios, entre outras coisas.
Eu ainda não experimentei, mas a reportagem diz que nesses mundos virtuais a grana rola solta. Tem gente ganhando vultosas somas em dinheiro virtual, vendendo as mercadorias ou serviços dentro do jogo. O detalhe é que essa grana virtual pode ser trocada por grana real.
Uma das principais demandas nesse mundo paralelo são edifícios virtuais. Você pode comprar terrenos, construir e vender as casas, mais ou menos como no mundo real.
Recentemente um jogador pagou US$ 100 mil (em dinheiro real!) por uma ilha virtual, onde pretende instalar casas noturnas e resorts virtuais, para receber pessoas virtuais a fim de diversão virtual. Espera obter retorno do investimento em menos de um ano.
Não conheço os detalhes técnicos, mas em princípio nós archicadistas talvez estejamos diante de um mercado em que podemos ter vantagens competitivas, já que estamos bem instrumentados para esse tipo de construção.
Alguém aí já visitou esse mundo e pode dar mais detalhes?